Pessoas que se curaram da Covid-19 ainda correm risco de morte

Igor Juan

23 de abril de 2021
Atualização:23 abr 2021 às 14:53

Uma notícia assustadora foi divulgada pela revista Nature, sobre pessoas que já tiveram a Covid-19 e se recuperaram sem a vacina. Segundo a pesquisa, cerca de 60% das pessoas que foram infectadas e que se curaram automaticamente morreram por conta de sequelas causadas pelo coronavírus. 

Essas sequelas podem ser sentidas em diversas partes do corpo, algumas menos graves, mas outras muito perigosas, e que se não forem tratadas logo, podem ser letais. Como o organismo humano ainda está fragilizado, se recuperando da invasão ao coronavírus, os danos causados pelo vírus são muito perigosos. A pesquisa da Nature foi realizada nos EUA.

Sintomas da ”Covid longa”

Sintomas Graves e que requerem atenção médica:

  • Febre persistente;
  • Trombose;
  • Problemas digestivos;
  • Redução na capacidade pulmonar;
  • Problemas no batimento cardíaco;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Palpitações;
  • Depressão.

Sintomas leves que não requerem tanta atenção médica:

  • Apneia no sono;
  • Problemas de sono;
  • Dores no corpo;
  • Problemas de pele;
  • Sudorese;
  • Fadiga;
  • Dor nas articulações;
  • Perda de peso;
  • Náusea e vômito;
  • Dor no peito;
  • Tosse;
  • Zumbido no ouvido;
  • Problemas no olfato e no paladar;
  • Calvície;
  • Ansiedade;
  • Perda de memória;
  • Dificuldades de raciocínio;
  • Dor de cabeça.

Em outro estudo, pacientes curados da Covid-19 aumentam chances de serem ”reinternados”

Em outra pesquisa, para a revista “Annals of Internal Medicine”, de 1648 pacientes internados nos EUA, dos 1250 sobreviventes, 84 morreram em menos de dois meses após terem alta. Esse dado só reforça o quão perigosa é a Covid-19, e o quão necessárias são as vacinas.

O croronavírus também causa problemas em outros órgãos importantes, como os rins e o fígado, fazendo com que seu funcionamento seja comprometido. Outro fator que preocupa e o emocional e o mental, pois a maioria dos pacientes fica traumatizada com a doença ou não consegue raciocinar de forma clara, por conta dos danos ao cérebro.